segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Você tem fome de que? Você come para matar a fome ou come para se nutrir?


Você tem fome de que?
Você come para matar a fome 
ou come para se nutrir?


Por Dizy Ayala

A missão primeira dos alimentos em nosso organismo é o de nutrição. É o nosso combustível para que possamos realizar nossas tarefas diárias, sejam elas físicas e/ou intelectuais. E para dispormos dessa energia e nos mantermos saudáveis e ativos é que o alimento precisa mais do que matar a fome, nutrir nosso organismo.

Diante de uma crescente industrialização dos alimentos e do próprio ato de comer, tornando-o cada vez mais rápido, mecânico, boa parte das pessoas tem se dissociado do prazer de uma alimentação saudável. Deixando de fazer uma importante reflexão sobre o que realmente está comendo e quais os efeitos dessas escolhas para sua própria saúde.


Conheça os 10 piores alimentos e aprenda a substituí-los

https://escolhapelavida.blogspot.com.br/2016/08/conheca-os-10-piores-alimentos-e.html

O resultado disso é um índice alarmante para as doenças advindas da má alimentação, como obesidade, índice elevado de colesterol, pressão alta, diabetes, problemas cardiovasculares, derrame cerebral e câncer. A população obesa e ao mesmo tempo mal nutrida tem crescido no mundo todo.

"Sete em cada dez doenças que surgiram nos seres humanos, nas últimas décadas são de origem animal e, em parte, diretamente relacionadas com a busca humana por mais alimentos de origem animal 
como carnes, laticínios e ovos". FAO

Os 4 principais grupos nutricionais a que devemos estar atentos para uma alimentação saudável são: proteína, carboidratos, vitaminas e sais minerais. Encontramos todos esses nutrientes nos alimentos cultivados na terra.


Programas nutricionais como o My Plate tem base no mais completo estudo da Universidade de Harvard, na atualidade. E tem sido divulgado por Michele Obama, nos Estados Unidos, um dos países que tem o desafio de fazer uma reeducação alimentar. Ele propõe um formato que sugere o fim do modelo da pirâmide alimentar, substituindo-o pelo prato, com as devidas porções para cada grupo de alimentos.





Nesse programa a ênfase está na riqueza dos nutrientes, para tanto há quatro regras principais:

  
1) Comer alimentos mais ricos em nutrientes

Destaque para a dica:
Preencha metade do seu prato – almoço ou jantar – com legumes, verduras, frutas e grãos integrais, que são naturalmente ricos em nutrientes.




             2) Comer menos alimentos sólidos e açúcar

Cortar a gordura e evitar o açúcar. Ficar atento aos rótulos e procurar por palavras-chave como xarope de milho, sucrose, açúcar e dextrose. Se você encontrar esses ingredientes, evite comer o alimento, ou coma com menor frequência. Pense nas sobremesas como comidas que não devemos comer todo dia, e sim em ocasiões especiais. Você pode reservar fins de semana para comer sobremesas. Ou então, redefina seu conceito de sobremesa: uma salada de frutas é tão doce e saborosa quanto uma torta.



3) Comer mais frutas todos os dias

 Apenas 40% da população ingere uma porção de fruta (2 xícaras) por dia, que é o recomendado para uma dieta saudável.
Pelo menos metade dessas frutas devem ser frescas. O restante pode ser em forma de suco de frutas natural (não pode ser de caixinha). Coma frutas como lanche, sobremesa, adicione-as em saladas e utilize suco das frutas no lugar de açúcar e xaropes.




4)      Vegetarianismo e veganismo são saudáveis!

Pela primeira vez as diretrizes alimentícias incluem um modelo para alimentação saudável vegetariana e vegana. “Ao examinarmos os vários padrões de dietas do mundo inteiro, reconhecemos que dietas vegetarianas fornecem todos os nutrientes essenciais de que precisamos para sermos saudáveis”, afirma Robert Post, diretor do Centro de Políticas e Promoção da Nutrição, do USDA. 
Para dietas veganas, nem mesmo há consumo de laticínios e ovos, uma vez que já se tem nos alimentos vegetais, as fontes de cálcio e proteína. De acordo com estudos recentes, como o da Universidade de Harvard, os laticínios são responsáveis por muitas das doenças alérgicas!



Saiba mais sobre o leite e seus derivados em 

Laticínios não fazem parte de uma alimentação saudável afirma estudo da Universidade de Harvard

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/06/laticinios-nao-fazem-parte-de-uma.html

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2014/08/o-que-ha-de-errado-com-o-leite-fraude.html

Quanto aos ovos, todos os que vem de granjas e são comercializados nos supermercados, tem adição de hormônios, antibióticos e a crueldade do confinamento das aves. Para paladares ovovegetarianos, prefira ovos orgânicos, com certificação de procedência. Nesses casos as aves são criadas em aviários, ao ar livre, sem alteração química.

Ainda com base no programa My Plate, segue:


"O que você pode fazer: Substituir carne, frango, porco e peixes por proteína de soja e tofu, além de outros grãos como feijões, lentilhas, quinoa, grão-de-bico, arroz integral, milho, etc. Dietas vegetarianas possuem a mesma ingestão de proteínas que dietas com carne, com as vantagens de diminuir os níveis de colesterol e incluir alimentos ricos em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes que uma pessoa que ingere carne não comeria normalmente".












Dizy Ayala
Ação pelos Direitos dos Animais 





Formanda em Publicidade e Propaganda
Defensora e Ativista dos Direitos dos Animais,
Blogueira, Vegana.
Grupo Ação pelos Direitos dos Animais  no facebook




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