sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Rede de farmácias Droga Raia tem linha própria de cosméticos veganos


Rede de farmácias Droga Raia tem marca própria de cosméticos veganos

A rede de farmácias Droga Raia, com filiais distribuídas por todo território nacional tem uma linha própria de cosméticos veganos, ou seja, que não faz testes em animais e não contém nenhum ingrediente de origem animal.

A marca Needs tem certificação cruelty free especificada no rótulo.


















Trata-se de uma linha completa de cosméticos, com tratamento facial, para o corpo, mãos, desodorante, demaquilante, esfoliante, protetor solar, autobronzeador, pós sol, sabonete, dentre outros.

Confira a linha completa no link

Quanto à composição dos produtos, em resposta pelo SAC, foi dito que:
"Os produtos fabricados pelo Instituto Pasteur de Comiatria, como a marca Needs, não são testados em animais. Os testes são realizados por laboratórios terceirizados devidamente habilitados pela ANVISA. São realizados testes in vitro, onde são reproduzidas as condições de determinada reação ou fenômeno relacionado a organismos vivos, só que sem utilizá-los, (o meio é recriado em tubo, placa, frasco,...) ou então por testes in vivo, neste caso com seres humanos. Nos testes in vivo, todas as metodologias são regulamentadas/aprovadas por uma Comissão de Ética Médica e seguem os preceitos da Declaração de Helsinque e da Resolução 466/12, com o objetivo de proteger e resguardar os indivíduos. Estas leis variam de acordo com o país.
Quanto aos insumos utilizados na fabricação dos produtos Needs, 
nenhum deles é de origem animal".

Agora ficou fácil se cuidar bem, fazendo o bem! 

Usando produtos cruelty free, você preserva o meio ambiente, uma vez que esses produtos tem reduzidas taxas de químicos e protege nossos amigos animais de testes desnecessários e cruéis.


Confira a lista completa de produtos não testados em animais 

e veganos (versão atualizada) no link



Saiba o que a ciência diz sobre os testes em animais (Declaração de Cambridge)
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/08/a-ciencia-comprova-consciencia-dos.html

Dizy Ayala


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domingo, 22 de janeiro de 2017

Pelo fim dos circos com animais no Brasil e no mundo.


Pelo fim dos circos com animais no Brasil e no mundo.
Por Dizy Ayala
Recentemente, o estado de Santa Catarina uniu-se a outros 11 estados brasileiros que já aprovaram legislação que proíbe o uso de animais em circos. Os demais são Alagoas, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Diversos municípios, nesses e outros estados, também já fizeram o mesmo.
Conforme dados do  Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, há mais de cinco anos nossos deputados federais adiam a importante decisão de votar o Projeto de Lei 7291/06, que estabelece a proibição do uso de animais em circos no Brasil, em nível nacional. Há uma negligência em relação à defesa animal, bem como com a vontade popular. De acordo com uma enquete feita pela própria Câmara dos Deputados, mais de 91% dos brasileiros são contra o uso de animais em circos.

Animais em circos são submetidos a viver uma vida inteira em jaulas ou carretas, tendo seus membros e colunas atrofiados, o que resulta sofrimento físico e psicológico. Além disso, eles são mutilados, espancados e submetidos a treinamentos cruéis para realizar atos dolorosos, que nada tem a ver com o seu comportamento natural, consistindo em uma manifestação de abuso, humilhação e tortura. Essas práticas arcaicas criam condições para que a violência repercuta entre os humanos. Não é possível continuar a referir-se à prática de maus-tratos como entretenimento.
O uso de animais em circos é tão cruel que já foi proibido em diversos países, tais como: Áustria, Peru, Singapura, Costa Rica, Índia e Israel.
Quando esses animais ficam velhos e/ou doentes, frequentemente são abandonados para morrer à míngua. E quando socorridos pelos fiscais do Ibama, são grandes as dificuldades financeiras para o transporte e acolhimento desses animais em santuários.

No Brasil, dentre tantos abrigos heroicamente mantidos por recursos próprios, doações e trabalho de voluntários junto aos profissionais, dedicamos especial destaque ao primoroso trabalho do Rancho dos Gnomos, que há 18 anos vem acolhendo inúmeros animais da fauna silvestre, animais vitimados pelos maus-tratos em circos, com uma reserva para felinos de grande porte e também animais de fazenda.



Em nome do respeito à vida animal e à vontade popular, já é tempo de o Brasil pôr fim a essa barbárie.

Pode também interessar 
Pelo Fim dos Zoológicos e Aquários no Mundo
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/10/pelo-fim-dos-zoologicos-e-aquarios-no.html


Dizy Ayala


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domingo, 15 de janeiro de 2017

Tradicional circo Ringling Bros. fecha após 146 anos de exploração animal

Tradicional circo Ringling Bros.
fecha após 146 anos de exploração animal

Por Dizy Ayala
O Ringling Bros. and Barnum Bailey Circus, criado nos Estados Unidos em 1871, e promovido ao longo de mais de meio século como o “Maior espetáculo da Terra”, anunciou, finalmente, que encerra suas atividades.
O circo afirma que sua decisão se deve ao aumento dos custos e diminuição das entradas, o que atribui em parte ao fato de ter sido obrigado, desde 2015, a tirar os elefantes de suas apresentações.
O fato é que muito já foi revelado e discutido acerca da crueldade a que os animais são submetidos para realizar atividades que não são próprias de seu comportamento e a privação de sua liberdade e direito a viver em seu habitat natural.
Nos circos, animais são frequentemente açoitados, humilhados e privados de qualquer vestígio de dignidade. Para que um espetáculo aconteça diante do público, muita dor e sofrimento acontecem no bastidor.
Afora explorar várias especies animais, desde elefantes, leões, macacos, ursos até camelos, o Ringling Bros. tinha, desde sua fundação, o histórico de explorar o que considerava bizarrices dentre humanos.

'No início de suas atividades, o circo era famoso por seu espetáculo de "bizarrices". De fato, P.T. Barnum, chamado de o "príncipe dos charlatões", não hesitou em exibir gigantes da Islândia, mulheres da Patagônia, anões, serpentes do mar e até uma "sereia de Fiji", que na verdade era um dorso de macaco com uma calda de peixe costurada.

Barnum teria criado o circo de três arenas e sido um dos primeiros a usar a eletricidade. Atualmente, o Ringling Bros. and Barnum and Bailey Circus ainda era considerado o maior circo do mundo.

Essas práticas arcaicas criam condições para que a violência repercuta entre os humanos. Não é possível continuar a referir-se à prática de maus-tratos como entretenimento.


Saiba mais em

Circos com Animais e a Tirania do Riso
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/02/circos-com-animais-e-tirania-do-riso.html


Pode também interessar 
Pelo Fim dos Zoológicos e Aquários no Mundo
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/10/pelo-fim-dos-zoologicos-e-aquarios-no.html

Dizy Ayala


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Vegano Shoes – Na trilha do bom gosto e qualidade, sem crueldade.


Vegano Shoes – Na trilha do bom gosto e qualidade, sem crueldade.

Por Dizy Ayala

Há algum tempo, tinha a expectativa de adquirir uma carteira nova para meu esposo, em modelo tradicional, como ele gosta, porém que não fosse de origem animal. Fizemos uma pesquisa dentre algumas marcas, umas são bastante inovadoras, outras muito caras, até que pesquisei a Vegano Shoes que conhecia há tempo, quando ainda tinha como produto principal as botas para trilhas.

De dois anos para cá evoluiu muito, disponibilizando um grande leque de opções para público feminino, masculino e infantil. Gostei muito do design das peças, bem como do preço acessível aplicado a elas. A plataforma do site também é de fácil acesso. O atendimento, via mensagem, também foi garantia de que o pedido iria chegar dentro do prazo. Na verdade, chegou até antes!

E foi ao receber os pedidos que foi possível avaliar a qualidade dos mesmos. A carteira com ótima apresentação e acabamento. Junto à ela, fizemos o pedido de uma mochila. Pudemos constatar um cuidado impecável nos revestimentos. É linda, resistente com várias divisórias e com design funcional e arrojado.

Somos uma família de princípios veganos e, portanto afora o cuidado com a alimentação, também somos muito engajados quanto à escolha de produtos de uso pessoal, bem como daquilo que usamos como vestuário, calçados e acessórios, sem produto de origem animal.

Fiquei muito contente com a oportunidade de os meninos poderem adquirir produtos ecológicos, que respeitam os animais, que são de ótima qualidade e design. 
Para os homens, em lojas convencionais é mais difícil de conseguir opções veganas. Como no caso de carteiras e cintos. Aliás, os cintos são o próximo pedido já confirmado. Também eu estou namorando uma bolsa para o retorno à faculdade. Enfim, aprovei e recomendo. E quem estiver querendo adquirir calçados e acessórios, com cuidado ambiental, respeito aos animais e compromisso de qualidade com o consumidor por um preço justo, confere aí!

 





Dizy Ayala


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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Couro de animais exóticos. Diga não ao matadouro de jacarés no Brasil.



Couro de animais exóticos - Diga não ao matadouro de jacarés no Brasil.


Cobras, lagartos e crocodilos precisam das suas peles muito mais que qualquer pessoa precisa de um par de sapatos ou uma bolsa, por puro capricho e valor estético. Os animais de sangue frio sofrem tanto quanto os mamíferos quando são esfolados vivos por suas peles. Eles são mortos de maneira horrível, sendo frequentemente decapitados com machados, espancados até a morte ou pregados a uma árvore para ter a sua pele descascada lentamente. A partir do momento que se sabe sobre essas práticas, torna-se incompreensível a continuidade do consumo de couro por pessoas compassivas.


Conforme petição da Change.org o Brasil já possui 15 criadouros de jacaré para consumo. A intenção de criar o matadouro é para produção de carne e também extração do couro, o que representa não só o infeliz abate de animais como um ato de crueldade, uma vez que são esfolados vivos. Não há qualquer necessidade de tal prática, uma vez que cada vez mais opções sintéticas e vegetais de alta performance e qualidade estão disponíveis no mercado pela pesquisa e produção de pessoas qualificadas. É, inclusive, possível produzir padrões similares à textura do couro de jacaré, na aplicação das cascas do abacaxi, o Pinatex. 
Uma vez que o mundo está se voltando a soluções sustentáveis e de preservação dos animais, é inaceitável e retrógrada essa iniciativa.

Saiba mais sobre outras práticas cruéis na indústria da moda e alternativas tecnológicas e sem crueldade nos artigos

Campanha para renovar o guarda-roupa

A Revolução do Couro Vegetal

Lista de Marcas de Material Sintético

Matéria-prima vegetal vira tendência na indústria



Dizy Ayala


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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Punção, o método macabro de produção de hormônios para indústria farmacêutica e pecuária.


Punção – retirada do sangue de animais vivos - 
o método macabro de produção de hormônios 
para indústria farmacêutica e pecuária.

Por favor assine e compartilhe a petição

Há pouco tempo atrás, tomei conhecimento sobre o chamado método de punção, enquanto fazia uma pesquisa sobre o queijo. Fiquei sabendo que o coalho usado na produção de queijos pode ser de origem vegetal e o é, em alguns países europeus. Porém para a ampla maioria da indústria, não bastasse toda a crueldade da indústria leiteira, os bezerros, que são para essa linha de “produção”, um descarte, tem retirado de sua vesícula, ainda vivos, um hormônio que é utilizado para a produção do coalho usado nos queijos, a quimosina.

Em outros casos, dependendo o propósito da fazenda, os bebês bezerros, antes mesmo do seu nascimento, ainda no ventre de suas mães vacas, tem introduzidas válvulas que sugam seu sangue a partir do coração para produção de hormônio para medicamentos, a maioria deles para controle hormonal em mulheres. Eis a chamada punção.

Confesso que não tive condições de escrever sobre esse tema, que ainda agora faço com dificuldade. Hoje, tendo chegado a mim a petição da Avazz sobre a extração de sangue de éguas prenhas vivas para obtenção de hormônio para produção de porcos, eu enfim, decidi que iria escrever. A desumanidade de nossa especie é algo que fere profundamente.

Quando alguns dizem: “eu prefiro não saber”, em parte concordo, seria bem menos doloroso, porém uma vez que a dor do outro dói em mim, por um sentimento de compaixão por tantas vidas inocentes que são brutalizadas e de maneira tão vil, violentadas, é preciso comunicar. Aliás, tenho me dedicado, particularmente, a esse papel, o de comunicadora, porque que creio que assim como eu não sabia e só recentemente tomei conhecimento de tamanhas bestialidades que não constam em nenhum rótulo, também outras pessoas, de bem, não sabem e não querem compactuar com esse atroz modelo de exploração e tortura de animais.

Já não bastasse o ato de matar ser desnecessário, tendo em vista que somos uma sociedade evoluída tecnologicamente e com uma Terra pródiga em alimentos vegetais, o fato de a indústria alimentar e também farmacêutica ter “coisificado” vidas animais a tal ponto. Extrair delas o maior potencial de recursos para, mais uma vez, interferir na natureza de seus corpos para que sirvam de alimento e medicamento?

Eu peço ao caro leitor, independente de sua condição, carnista ou não, avalie qual o valor de compactuar com esse ciclo de violência? Qual o real benefício poderá haver em uma alimentação manipulada por hormônios, antibióticos, do cruzamento da genética de bovinos com suínos, isso tudo atuando na fisiologia do corpo humano? Não é de surpreender o aumento e agravamento das doenças modernas, cardiovasculares, variados tipos de câncer, obesidade, que longe de ser uma questão estética, é fator de risco à saúde e pode desencadear outras doenças como o diabetes e a pressão alta.

Não há benefício algum, e nem poderia, porque como especie mais inteligente temos de ter a capacidade de discernir sobre o que é certo e errado e não agir apenas motivados pela ideia equivocada de que podemos tirar proveito de outras vidas, apenas pelo fato de serem animais não humanos. 

Observação: Fique atento! Não sejamos ingênuos de que tais práticas se restringem à União Europeia. Basta pesquisar para descobrir os segredos macabros que se escondem sob as paredes do confinamento em fazendas industriais e nos matadouros. Aqui, mesmo no Brasil, onde o cavalo é considerado animal de estimação, já foi divulgado o quanto está disseminada a venda de sua carne junto à produção de carne bovina e suína. Afinal, carne é carne. Deixe de consumir e não seja cúmplice da crueldade. Uma vez que você para de comprar, eles param de produzir.



Por favor assine e compartilhe a petição


Eis o texto original da Avazz

Aos membros do Parlamento, Comissão e Conselho Europeus:
"Pedimos que seja banida a importação para a Europa de quaisquer produtos obtidos por meio de técnicas consideradas cruéis e que causem sofrimento aos animais. Como líder mundial em bem-estar animal, a Europa deve aplicar os seus próprios padrões aos produtos que importa."

Mais informações:

Parece um filme de terror: centenas de éguas prenhas presas em máquinas de extração de sangue! Algumas ficam tão fracas que entram em colapso e morrem. Mas podemos acabar com isso agora. 

A tortura industrial de cavalos é impulsionada por empresas farmacêuticas européias – elas usam o hormônio do sangue para acelerar a reprodução de animais na pecuária industrializada. Embora a União Europeia diga estar considerando medidas, até agora nenhuma foi tomada. 

Nem mais uma égua precisa morrer! Os ministros se reúnem daqui a duas semanas: vamos sacudir a União Europeia com um milhão de assinaturas pela proibição do comércio abusivo de sangue de éguas prenhas. Assine a petição e compartilhe com todos!




Dizy Ayala

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