terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Sorvete instantâneo de banana! Fácil de preparar, saudável e delicioso!




Sorvete instantâneo de banana, feito com a fruta congelada.
Você vai precisar de:
6 bananas maduras

Modo de preparo:

Descasque as bananas e coloque-as no freezer por 2 horas. Quando ficarem completamente congeladas é que estão no ponto ideal para virarem sorvete.

Corte as bananas em fatias finas e as coloque dentro de um liquidificador ou processador de alimentos.

Bata a banana por cerca de 30 segundos ou até que ela fique cremosa e macia, com a consistência de sorvete.


Você pode cobrir o sorvete com a geleia de morango ou melado de cana. Ambos combinam muito bem com o sabor da banana.

É possível misturar outras frutas no preparo (congeladas) para obter outros sabores, assim como adicionar cacau ou chocolate em pó, em cubinhos ou em flocos.




Dica: Dê preferência para chocolates sem leite. Há várias opções no mercado! 
O sabor do cacau prevalece, diminui o teor de gordura e as vaquinhas agradecem!

Algumas sugestões:

Chocosoy http://www.olvebra.com.br/loja/Home/Default.asp

Tri Gostoso http://tri-gostoso.com.br/

Tnuva http://www.olvebra.com.br/loja/Home/Default.asp

ChoKolah http://www.chokolah.com/chokolah/index.php#menu

Zotter http://loja.zotterbrasil.com.br/

VAI UM SORVETINHO AÍ?

BOM PROVEITO! 


Essa e outras dicas e receitas no Livro Uma Escolha pela Vida! Adquira já o seu!
Informações no topo da página!


Dizy Ayala
Defensora dos Direitos dos Animais, 
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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Ação pelos Direitos dos Animais  
dizyayala@gmail.com

domingo, 13 de dezembro de 2015

Confraternização




Confraternização

Por Dizy Ayala


E quem não gosta de uma reunião entre amigos, ainda mais quando em torno de uma mesa farta e saborosa? 

Isso é um valor humano e universal! Nos transmite sentimento de prosperidade material e afetiva!

Há um mito de que esta é uma tradição exclusiva daqueles que se alimentam de ingredientes de origem animal. O churrasco de domingo, comer um cachorro-quente, um pastelzinho de carne ou aquele rodízio de pizza calabresa!

Também os veggies e vegans gostam de confraternizar e degustar boa comida!

Todos esses programas são comuns para qualquer um de nós, a única diferença é que para vegetarianos e veganos, a comida não só como um capricho do paladar, tem também um compromisso com a vida e um respeito pelo que nos serve de alimento. Produtos animais saem do cardápio e acredite ninguém passa fome! Não comemos só alface! Verduras, legumes e frutas são sim a base da dieta porque são saudáveis e também porque são uma delícia! Talvez a maioria das pessoas só precise experimentar! 

E antes que alguém questione sobre o sofrimento dos vegetais, não, não há dor no reino vegetal! Organismos vivos não são dotados de órgãos, cérebro e sistema nervoso, diferente dos animais humanos e não humanos que são sencientes ( capacidade de sentir dor e afeto). Basta parar pra pensar que ninguém irá dizer: Vou matar um pé de alface, caçar umas batatas ou carnear um cogumelo! Os alimentos da terra são cultivados e são colhidos! E a terra é generosa e abundante na oferta de grãos, cereais e vegetais. Muitos deles inclusive quando preparados tem consistência, aparência e sabor similares ao que carnistas estão habituados a comer. É a chamada carne vegetal! Sim, porque o que efetivamente apreciam é o sabor dos temperos, não há gosto bom em uma carne morta, crua e sem tempero.


Veggies e especialmente os vegans, que também retiram o leite, seus derivados e os ovos da dieta costumam ser apontados como estranhos, chatos e inconvenientes. Vai comer o que então? Especialmente aqui no Rio Grande do Sul, somos até mesmo expatriados! Se não come churrasco, não é gaúcho! Até hoje fico curiosa para saber qual o nome dado a esse tipo de fobia! Sim porque é mais fácil discutir sobre o racismo e a homofobia, do que ser aceito como aquele que retirou a violência do prato!

Entretanto os bons ventos da mudança começam a soprar! À medida que mais pessoas se afirmam em suas escolhas, sem se deixar anular ou esconder e passam a se reunir, somos reconhecidos como uma parcela importante da população e que não é um inconveniente, e sim é gente como todo mundo, com uma visão de respeito à vida, sem especismo (julgar que uma espécie, a humana, prevalece sobre as outras) e que por isso mesmo, como amantes da vida, celebramos!


Saiba detalhes do mais completo estudo sobre alimentação saudável feito pela Universidade de Harvard e proposto pela ONU no link.
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2017/03/conheca-as-4-dicas-para-uma-alimentacao.html




Dizy Ayala
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Livro Uma Escolha pela Vida - Resenha - Dados da autora - Como adquirir




Livro: UMA ESCOLHA PELA VIDA
Autora: Dizy Ayala
Nº de páginas: 96 pág.

O livro Uma Escolha pela Vida é um convite a cada um de nós para a construção de um mundo mais compassivo, sustentável e saudável.

Quando fazemos escolhas mais conscientes, estamos tratando de preservar nosso próprio futuro na Terra. Sim, porque uma vez que somos parte de um todo, esse todo responde a cada uma de nossas ações.

Conseguimos obter respostas mais positivas quando nossas ações são mais solidárias, comprometidas e colaborativas.

Cabe a cada um de nós essa escolha! 


Interessados em adquirir a obra com frete grátis para todo Brasil, 
podem fazê-lo:


Via PAG SEGURO, pagamento com cartão (débito, crédito ou parcelado)
ou boleto bancário. Basta acessar o botão no topo da página à direita.
Valor: R$ 19,90 


Via Pagamento por depósito bancário

Banco Caixa Econômica Federal (código do banco: 104)

Ag 1591
Operação 013
Conta Poupança 000 61520-9
Titular: Diesi Star J. Ayala

Valor do livro 19,90 

Para confirmar depósito, favor entrar em contato in box com a autora,
perfil do face Dizy Ayala ou pelo e-mail: dizyayala@gmail.com

É possível adquirir a obra para outros países pelo Correio com frete no valor de R$19,90 
(dezenove reais e noventa centavos).


Sobre a autora


Dizy Ayala
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Depoimento









domingo, 8 de novembro de 2015

Lançamento do Livro Uma Escolha pela Vida








Lançamento e sessão de autógrafos do livro Uma Escolha pela Vida 
– A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo






Por Dizy Ayala
08 de novembro de 2015

Na data em que se comemora o Dia Internacional do Veganismo, 1º de novembro, foi lançado o livro Uma Escolha pela Vida, na 61ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre/RS, com sessão de autógrafos da autora Dizy Ayala. 





O evento aconteceu em um domingo agradável, de temperatura amena, às 17h, na Praça dos Autores e contou com o público da feira e a presença de familiares e amigos.









A obra propõe uma reflexão e dicas sobre a importância de nossas escolhas diárias de consumo na construção de um mundo mais compassivo, sustentável e saudável.



A todos queridos amigos que compareceram ao lançamento do livro 
Uma Escolha pela Vida, na Feira do Livro, eu só tenho a dizer Gratidão! 
Foi muito lindo e um momento muito especial que vou guardar com carinho no coração! Abraço fraterno Dizy Ayala

Aos amigos e interessados que não puderam comparecer nesta data, fica a dica de que os livros estão sendo comercializados na Banca 50 da Livraria Entrelinhas, até o final da Feira do Livro, no dia 15 de novembro.

É possível também adquirir a obra para outras cidades e estados através de envio pelos Correios, via depósito em conta, em contato in box com a autora, no perfil do face Dizy Ayala ou pelo e-mail: dizyayala@gmail.com


Agradecimentos
Donald Watson (1910-2005), criador do veganismo.
Em uma reunião, no Reino Unido, em 1944, envolvendo seis pessoas que acabavam de desfiliar-se da Vegetarian Society por diferenças ideológicas, foi criada a Vegan Society, onde surgiu pela primeira vez o termo vegan como definição para essa nova ideologia.
Donald Watson definiu o veganismo como um estilo de vida que procura excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade com os animais, para alimentação, vestuário e qualquer outra finalidade.
No ano do cinquentenário da Vegan Society, foi instituído o Dia Mundial do Veganismo em 1º de novembro de 1994.

Em 2015, comemora-se 21 anos dessa data que é marcada por ações de conscientização em todo mundo. Grata pela oportunidade de dar minha humilde contribuição! Go vegan!







Dizy Ayala
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O resgate da porquinha KIrk


O resgate da porquinha KIrk



Por Dizy Ayala
19 de outubro de 2015

Foram três semanas de grande expectativa!

Na primeira ocasião, estávamos cheios de disposição e boa vontade, porém nos faltou a logística. O bebê, que não era mais tão bebezinho assim, estava por demais assustado com a ideia de sair de seu pequenino chiqueiro rumo ao desconhecido. Não era possível transportar o animal no colo e sem sedação. Nós bem que tentamos, mas só conseguimos avançar poucos metros quando resolvemos regressar. Quem já teve a ocasião de presenciar, os gritos de um porco são por demais estridentes!!! Nos rendeu boas risadas nossa malfadada tentativa, mas em nenhum momento pensamos em desistir!

Naquele mesmo dia, no regresso, tratamos de contatar e combinar com a veterinária uma intervenção profissional para que tudo fosse feito da melhor maneira possível. 

Foi então que na segunda semana, os temporais, a chuva e o mau tempo assolaram nosso estado do RS. Sem as condições favoráveis, tivemos que adiar o resgate. 

Por mais que tivéssemos tido revezes naqueles dias, a intenção permanecia constante de realizar a ação e permanecemos em contato para seguir com as tratativas.

Alterando mais uma vez os planos, a previsão de viagem era para o domingo, combinamos que iríamos no sábado para garantir o bom tempo e disponibilidade de todos envolvidos.

Foi uma ação de várias mãos. Muitas pessoas envolvidas com a boa vontade de doar do seu tempo e energia para dar a essa história um final feliz.

Partimos todos de Porto Alegre rumo à Barão do Triunfo, RS, o então domicílio da porquinha.

 



Chegando lá, contamos mais uma vez com a boa disposição das pessoas da casa, em nos receber, o que possibilitou o fácil acesso ao local. 

A porquinha Kirk foi contida para que recebesse a injeção com sedativo. 
Foi preciso uma segunda dose, pois a bichinha é forte e obstinada pela vontade de viver, tendo guardado na memória o fim que levaram seus antecessores, quando retirados do chiqueiro.

local de onde retiramos a porquinha Kirk

O porco castanho que tivemos de deixar para trás





















Fomos forçados a um exercício de humildade, quisera poder salvar todos e evitar a morte de outros animais. A família cria porcos no próprio pátio para o consumo. Até que um membro dessa família resolveu deixar de comer animais e faz de uma das prováveis vítimas, seu mascote. Verdadeiras revoluções que vem acontecendo no seio de muitas famílias.


Com a dose extra do sedativo e a contenção feita com total profissionalismo pela veterinária Silvia e a participação do Alexandre que segurava firme a Kirk para que não escapasse, foi possível colocá-la na caixa de transporte.

Eu, bem como todos os demais envolvidos, estávamos ali à disposição para ajudar, sempre que era preciso alcançar alguma coisa.

Enquanto os procedimentos foram feitos, a Alexia também segurava firme o cão da família que entrou em total processo de empatia com o estresse da porquinha e latia e choramingava, enquanto forçava a guia.







Assim que a caixa de transporte foi colocada no carro 4x4, pela vet Silvia e seu marido Rodrigo, seguimos para Camaquã, que era o destino final.


Lá chegando, uniram-se a nós os pais da Silvia, cuja mãe, a Sra. Tania, tem uma associação de amparo a animais em situação de abandono, a APACA, que presta esse valoroso serviço à comunidade. Eles nos conduziram a um sítio próximo, o local reservado para acolher a porquinha Kirk.

Rodeada por pés de eucalipto e vegetação, a baia estava ali à espera de sua mais nova moradora. Com um cocho de água fresca e outro cheio de verduras, legumes e frutas frescas, a porquinha foi recebida com pompa.



A primeira coisa que fez foi fuçar a terra e agrupar as várias folhas de eucalipto e com isso formou uma cama fofa onde foi descansar. Apesar do jejum desde a véspera, para que pudesse ser sedada, a alimentação seria um novo processo de adaptação. Como vinha sendo alimentada com restos e lixo, desaprendeu de comer as verduras frescas habituais na alimentação de porcos.

Foi com grande contentamento que constatamos a qualidade do local destinado à ela, nessa fase de adaptação para uma nova vida.

A quem estava destinada coisa nenhuma porque estava fadada à morte, agora há toda perspectiva de vida, dignidade e claro, muito carinho.












Fico muito grata por ter vivenciado essa experiência, construída a partir da intenção de um jovem casal, Alexandre e Alexia, em salvar a porquinha filhote, que tornou-se o símbolo da resolução dos dois por um modo de vida compassivo, sem o consumo de ingrediente animal.














Eu sou amiga da Alexia desde que a vida nos colocou no caminho uma da outra há dois anos, de maneira casual e assim que soubemos dos nossos valores em comum, criamos um laço em torno dessa mesma filosofia. Agradeço pela confiança quando me contatou para participar e contribuir com essa intenção.










Desde o principio, com a disposição de meu esposo e filho Jeliel, topamos colaborar com o transporte. Dentre as amizades na causa animal, contatei a amiga Juliana, para saber sobre um local possível para abrigar o filhote. Ela me referenciou a Luh, um contato em comum, que nos indicou a Dra. Silvia. Essa corrente do bem foi determinante para que fosse possível o contato e a realização do intento.



Agradecimento especial à toda dedicação da veterinária Silvia, com sua competência e zelo, e também ao seu esposo que topou participar dessa aventura. Gratidão aos pais da Dra. Silvia que disponibilizaram o local para acolher a porquinha Kirk. Acho que vai virar Kirk Peppa!

Tão pouco convencional acolher uma porquinha como pet, e por que não?

Rompendo com as convenções, reconhecemos em todo animal a capacidade de ser e sentir.

E quando retiramos a violência do prato, nos tornamos salva-vidas.

Qualquer um de nós pode fazê-lo, a qualquer tempo, com aquilo que colocamos dentro do prato.

E é uma experiência libertadora e maravilhosa!

Viva e deixe viver! Go vegan!



Dizy Ayala
Ação pelos Direitos dos Animais




Defensora e Ativista dos Direitos dos Animais, 

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Pelo fim dos zoológicos e aquários no mundo



 Pelo fim dos zoológicos e aquários no mundo

Por Dizy Ayala 
Todos os anos, animais são capturados, retirados de seu habitat natural e de seu grupo familiar. Muitas vezes bebês são separados de suas mães, para viver uma vida de clausura e privação.
Há uma intensa discussão quanto à importância dos zoológicos e aquários como unidades de preservação, entretanto, por própria definição, essas instituições existem com fins lucrativos e para tanto, precisam do valor dos ingressos de visitantes para se manter em funcionamento. Uma vez que os animais estão confinados em lugares estreitos e expostos à visitação já são vítimas de abuso. Estão sendo violados seus direitos à liberdade e privacidade. Em consequência disso, os animais ficam sujeitos a uma série de complicações para sua saúde física e mental. Um exemplo disso são as baleias do Sea World, que já nasciam com deformação na barbatana por conta do confinamento.

R.I.P. Tilikum
A maior orca em cativeiro do mundo faleceu no Sea World, em Orlando, na última sexta-feira, 06 de janeiro, 2017, devido á uma infecção nos pulmões. Havia causado a morte de três treinadores, por conta do estresse do confinamento. Como exposto no documentário Blackfish, disponível no Netflix, a verdadeira razão da violência das chamadas baleias assassinas é revelada. Tilikum foi capturada ainda filhote e viveu 33 anos, presa na mesma área restrita, sob as vitrines envidraçadas do aquário.

https://www.facebook.com/PlayGroundBR/videos/313015729093412/?pnref=story
Do ponto de vista da preservação de espécies ameaçadas, também há controvérsias. Tendo em vista que animais em cativeiro têm dificuldade em se reproduzir, alguns indivíduos animais são expostos a sucessivas tentativas de reprodução por parte dos veterinários e biólogos, estressando a até mesmo adoecendo algumas dessas possíveis matrizes.
Retirar indivíduos de espécies ameaçadas de seu habitat natural sob o pretexto de protegê-los também prejudica os animais que permanecem na natureza, pois a diversidade genética diminui, comprometendo ainda mais a espécie.
Não há como argumentar que pelo cuidado com a alimentação, estejam sendo atendidos todos os requisitos quanto ao bem-estar animal, uma vez que estão sendo privados de exercer suas funções habituais como percorrer maiores espaços, refugiar-se e socializar.
Aliás, socializar é função primordial para manter o equilíbrio e boa saúde dos animais.
Muitas espécies vivem em grupos e muitas vezes esses grupos familiares não são respeitados quando frequentemente zoológicos ou aquários vendem ou enviam membros da família, em separado, para outras instituições, acabando por comprometer as relações familiares. É o que acontece, por exemplo, com muitos filhotes, que atraem visitantes e a atenção da mídia e, portanto, mais dinheiro. Entretanto, quando o animal cresce, ele pode ser vendido para outras unidades, circos ou até mesmo podem ser sacrificados.
Marius tornou-se um ícone no apelo pelo fim dos zoológicos.
Foi sacrificado em exibição pública em um zoo da Dinamarca, em 2014, na presença de crianças, apenas por não contar material genético  importante para  pesquisa, segundo biólogos da instituição.

Outro argumento que não se sustenta é o de cunho educativo. Zoológicos e aquários não cumprem essa função, muito antes pelo contrário, quando crianças são levadas a esses locais, elas se deparam com o sofrimento animal e acabam por acreditar que isso é normal e aceitável. Os pequenos devem ser estimulados a respeitar a vida em suas variadas formas e entender que espécies selvagens têm seu lugar na natureza e não no confinamento.

É certo que muitos animais são vitimados por acidentes, pelo tráfico ou por situação de maus-tratos e por isso não poderão mais ser inseridos em seu habitat natural e para acolhê-los é que se fazem necessários espaços que se aproximem ao máximo do ambiente natural desses animais, como nos santuários.
Os santuários são formados com a finalidade de acolher exatamente esse perfil de animais vitimados, jamais animais que sejam retirados da natureza para serem exibidos para fins comerciais. Eles cumprem com a missão de amparar e preservar!

No Brasil, dentre tantos abrigos heroicamente mantidos por recursos próprios, doações e trabalho de voluntários junto aos profissionais, dedicamos especial destaque ao primoroso trabalho do Rancho dos Gnomos, que há 18 anos vem acolhendo inúmeros animais da fauna silvestre, animais vitimados pelos maus-tratos em circos, com uma reserva para felinos de grande porte e também animais de fazenda.




Dizy Ayala


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Faça você também um consumo consciente 
com maior qualidade de vida, respeito ao meio ambiente 
e às outras espécies que o dividem conosco.
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